Tinta á óleo

A Pintura á óleo
A invenção da tinta á base de óleo atribuído aos irmão Van Eyck, pintores flamengos. O ano da data foi até fixada: 1410.
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Conta uma lenda que que um pintor siciliano chamado Antonello, na sua volta de Flandres – onde obteve a revelação desta descoberta – excitou ciúmes e inveja se seus confrades quer um deles conseguiu a força de lisonjas, arrancar seu regresso, apunhalando-o em seguida.
Esse crime não foi senão, uma loucura inútil porque na mesma época, Roger de Bruges, ensinava o processo de Van Eyck, ao qual entrou logo em uso por toda Itália.
Presume-se que como a maioria das descobertas – era não foi feita de uma vez só, mas o resumo de múltiplos ensaios, a que eram sua colaboração varias gerações de artistas.
Certamente, os antigos não ignoravam as propriedades do oleo.Montabert chegou a afirmar que os egípcios poderiam muito bem ter rejeitado voluntariamente o óleo por haverem reconhecido o pouco de solidez do processo, tal como o craquelado natural que a tinta sofre apos o envelhecimento da peça.
Existe uma peça feita na época da Roma clássica, uma peça onde aonde apresenta o que seria um cavalete com com uma tela fixada, vê-se ao lado do artista uma pequena tabua aonde as cores eram dispostas, como numa palheta convencional, pareciam ser da mesma consistência do óleo, e foram evidentemente postas em porções como se houvesse colocado com uma espátula, depois de o pintor tê-la macerado, presume-se. Além dessa tubuna, o pintor levava uma tabua menor na mão, como uma espécie de palheta onde era disposta do mesmo modo que da tabua, as cores que seriam empregadas. Estas cores ao que parece, era meio liquida como as nossas, e não era fluido como a tempera, também não parecia haver necessidade de terem as liquefeitas pelo fogo, como a cera, ou prestes a secar como a cola ou goma arábica. Ao que parece essa substancia que era usada como médium pras cores? O que aparenta é que os antigos romanos usavam algo que se parecia muito com o óleo de linhaça ou de papoula.
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Um Monge alemão, de nome Teófilo que escreveu cerca do século VII, um livro intitulado Diversarum Artium Shedula, indica um processo por meio da qual se diluía as cores com óleo de linhaça. Com os tons assim preparados, pintava figuras e roupagens, como se fazia anteriormente com água e cola.
A revolução que a tinta a óleo causou não foi pela substituição da cola e da água pra preparação da tinta, mas sim no emprego de uma substancia secativa, que permitia uma secagem satisfatória na sombra.
Ao Admirarmos as obras de Van Eyck continua tão vivas e brilhosas como o esmalte, sente-se tentado a não acreditar, mas asa obras desse mestre nunca contiveram oleo.Com medo do risco de sua nova descoberta, continuou a se servir dos processos primitivos.
As principais vantagem da pintura a óleo são:
Obtém se uma massa espessa, untuosa e ao mesmo tempo resistente, bastante elástica segundo as necessidades, possibilidade de conserva-las maleável, ou ao contrario, apressar seu amadurecimento pela adição de uma substancia secativa. A possibilidade de pintar numa pasta pesada e solida, ou em aguada como na aquarela
Infelizmente foi demonstrado, que sobre a crença de Van Eyck- A pintura a óleo jamais poderá se comparar com a solidez dos processos primitivos. As obras de Rembrandt encontram-se escurecidas pelo excesso de óleo usado pelo mestre holandesa parte certas pinturas espanholas devido a excepcionais condições climáticas , as obras de arte de outas regiões européias, sofreram e vários níveis as intempéries do tempo. Notadamente o “craquellure”
Fonte: http://avisaoativa.blogspot.com.br/2009/12/pintura-oleo-invencao-da-tinta-base-de.html
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A ARTE DA CERÂMICA

A arte da cerâmica manifesta-se na cultura dos povos desde a mais remota Antigüidade. O estudo das técnicas de fabricação e decoração dos objetos de cerâmica é tido como o “alfabeto” de arqueólogos e historiadores, pois fornece base segura para a reconstrução de muitos aspectos da vida de antigas civilizações.
Como nasceu a cerâmica/ possivelmente as primeiras que povoaram nosso planeta, há milhares de anos, se deram conta de que seus pés deixavam marcas no barro, e que estas ao secar, conservavam sua forma. A argila úmida é macia e maleável. Talvez tenham imaginado que esse material fosse apropriado para fazer objetos. Mas, quando ele seca, fica frágil: quebra e se desgasta com facilidade. Além disso, não comporta líquidos, porque a água desfaz a argila seca.

Para o surgimento da cerâmica e da olaria foi necessária uma nova descoberta: a argila endurece no fogo. É preciso conseguir uma temperatura elevada (cerca de 850ºC ), mas, em compensação, os objetos de argila se tornam resistentes e podem servir para cozinhar e para colocar líquidos.
Muitos objetos de uso comum, como vasilhas, pratos, xícaras e vasos, são feitos por oleiros (oleiro é a pessoa que faz objetos e peças de cerâmica) e ceramistas. O principal material que utilizam é o barro ou argila.
A arte do barro A cerâmica, ou a arte do barro, é uma manifestação artística que os seres humanos dos pontos mais distantes da Terra aprenderam a dominar há milhares de anos. A arte da cerâmica foi descoberta há 10.000 anos na Ásia Central e na Europa e há 6.000 anos na América do Sul. As pessoas fizeram objetos e figuras em cerâmica desde os tempos mais antigos. Muitos dos objetos que se modelam têm uma finalidade prática, uma utilidade: servem para guardar sementes e grãos, para transportar água, para cozinhar os alimentos no fogo e para muitas outras tarefas da vida cotidiana. Mas a capacidade de transformar o barro com as mãos foi também empregada para expressar os gostos e as crenças dos povos nos quais pertenciam os artistas ceramistas. Os ceramistas modelaram figuras que representavam seus deuses, seus semelhantes ou cenas da vida cotidiana. Por meio das diferentes formas e decorações dos objetos de cerâmica, os vários povos deixaram marcas próprias, que serviam para se reconhecerem entre si e para serem reconhecidos pelos outros.

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Deuses Maia A cerâmica dos índios brasileiros Muito antes da chegada dos portugueses, os diferentes povos que viveram no Brasil elaboraram peças de cerâmica de diversos estilos. Há mais de 1.500 anos, os povos que habitavam a ilha de Marajó trabalhavam a cerâmica; eram pintadas em preto, branco e vermelho e decoradas com desenhos geométricos. Hoje esse tipo de cerâmica, chamado marajoara, está muito difundido no Brasil e é fabricado em oficinas de artesanato da região amazonense.

São muitos os artesãos brasileiros que mantêm a tradição da cerâmica. No Nordeste, é famosa a produção de Mestre Vitalino: ele e seus seguidores representam, com figuras de argila, cenas e costumes do povo. Também no interior do estado de São Paulo, no vale do Paraíba, elaboram-se cerâmicas muito bonitas pintadas em branco e vermelho; em Minas Gerais, no vale do Jequitinhonha, faz-se uma cerâmica com argila clara.Noiva na garupa
Os Retirantes De onde vem a argila Em muitas zonas da Terra, o solo contém argila, além de outros componentes, como areia, pedras e húmus. Os oleiros ceramistas costumam recorrer a canteiras ( é o local de onde se extraem materiais como pedra, areia e argila.) de argila, que são os lugares onde se pode encontrá-la mais limpa e sem mistura. A argila pode ser de várias cores: branca, cinza, ocre, vermelha, preta, etc. poucos ceramistas a utilizam pura, porque ela encolhe muito ao secar e se quebra. Por isso, preparam uma pasta cerâmica ( é a mistura de argila pura com outras substância que facilitam a modelagem; torna mais resistente o material ou lhe dá uma textura mais ou menos áspera.) mistura de argila com desengordurante (é o material que serve para tornar a argila pura menos pegajosa quando úmida e menos quebradiça quando seca.) como areia ou chamota (é uma porção de argila já cozida e triturada. Pode ser fina como a areia ou grossa como o cascalho. Quando misturada, serve para dar mais solidez à argila pura.), que favorece a secagem e o cozimento. A pasta cerâmica também é importante por que influi na textura da peça produzida.

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Canteira e a preparação da argila Para que os objetos modelados endureçam. É necessário o cozimento. As primeiras vasilhas feitas pelos seres humanos eram cozidas em fogueiras ou em buracos cavados no solo, nos quais se queimavam troncos e galhos, mas a forma de cozer a cerâmica evoluiu e hoje se utilizam fornos elétricos e a gás. Nas aldeias indígenas ainda se queima a cerâmica com troncos e galhos, e em pequenas oficinas artesanais. Longe das cidades, ainda se utilizam fornos a lenha, cuja estrutura se assemelha aos da Antiguidade.Forno A modelagem da cerâmica Quando os ceramistas modelam a argila para fazer suas vasilhas ou objetos, geralmente não procedem como escultores. A principal diferença é que para o ceramista a argila é a própria obra, enquanto para o escultor ela pode servir apenas para dar formas; ao final do processo, a escultura poderá ser feita de outro material, como bronze, cimento, gesso, etc.
Modelando a argila O ceramista deve pensar na forma que vai dar à sua obra e também em como fazer para que ela suporte o cozimento no forno. A modelagem da cerâmica deve ter certas características; quando falta alguma delas, corre-se o risco de que a peça se quebre ao cozer: · A argila ou pasta cerâmica não pode estar manchada.· Para que a peça possa cozer, deve ser oca, pois sendo maciça é muito difícil que o cozimento sela homogêneo.· A superfície da argila não pode conter bolhas de ar.· A obra deve estar totalmente seca ao ser introduzida no forno

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Fonte:

http:// pointdaarte. webnode. com. br/news /historia %20da %20cer %c3 %a2mica/

História da Fotografia

História da Fotografia

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A palavra Fotografia vem do grego [fós] (“luz”), e [grafis] (“estilo”, “pincel”) ou grafê, e significa “desenhar com luz e contraste”.
Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície sensível. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.
Atualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso. A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel têm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano particular do indivíduo.
História
A fotografia não é a obra final de um único criador. Ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia como a conhecemos. O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas.
A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de “heliografia”, gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado “Diorama”. Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.
Imagem da primeira fotografia permanente do mundo feita por Nicéphore Niépce, em 1825.

Imagem da primeira fotografia colorida da história, tirada por James Clerk Maxwell em 1861.
A fotografia então popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888. A empresa Kodak abriu as portas com um discurso de marketing onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotografos profissionais com a introdução da câmera tipo “caixão” e pelo filme em rolos substituíveis criados por George Eastman.

Desde então, o mercado fotográfico teve experimentado uma crescente evolução tecnológica, como o estabelecimento do filme colorido como padrão e o foco automático, ou exposição automática. Essas inovações indubitavelmente facilitaram a captação da imagem, melhoraram a qualidade de reprodução ou a rapidez do processamento, mas muito pouco foi alterado nos princípios básicos da fotografia.
A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo. O aperfeiçoamento da tecnologia de reprodução de imagens digitais tem quebrado barreiras de restrição em relação a este sistema por setores que ainda prestigiam o tradicional filme, e assim, irreversivelmente ampliando o domínio da fotografia digital.

Processos fotográficos
Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX. Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo – aproximadamente na década de 1823
Meio tomAs fotografias em preto e branco destacam-se pela riqueza de tonalidades; a fotografia colorida não tem o mesmo alcance dinâmico.Na fotografia P&B se costuma utilizar a luz e a sombra de forma mais proeminente para criar efeitos estéticos -¬ há quem prefira fotografar apenas em preto e branco.
Fotografia colorida

A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha – a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.
Fotografia digital

Fotografia digital é a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telefone celular, resultando em um arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites, CD-ROMs, pen drives, etc.
Álbuns virtuais
Com a popularização da fotografia digital, surgiram páginas da Internet especializadas em armazenar fotografias. Desse modo, suas imagens podem ser vistas por qualquer pessoa do planeta que acesse a rede. Elas ficam organizadas por pastas e podem ser separadas por assuntos a livre escolha.
Os álbuns virtuais podem ser usados com vários propósitos, abaixo estão listados alguns exemplos destes:
• Portfólio: Muito usado por fotógrafos amadores/profissionais para mostrarem seus trabalhos.
• Armazenamento: Quem não deseja ocupar espaço em seu HD pode usar o álbum para armazenar suas fotografias.
• Negócios: Outros usam os álbuns para vender seus trabalhos fotográficos.
Os controles das câmeras podem incluir:
• Foco
• Abertura das lentes
• Tempo de exposição (ou velocidade de abertura do obturador)
• Distância focal das objetivas fixas: (teleobjetiva, normal ou grande-angular), ou variáveis (zoom)
• Sensibilidade do filme
• Fotômetro
Usos da fotografia
A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação e armazenamento de dados.

Fotojornalismo

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O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.
É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.
Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalistica:
• As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.
• As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.
• As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.
• As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.

Fotografia como arte

A discussão sobre se a fotografia é arte ou não é longa e envolve uma diversidade de opiniões.
De acordo com Barthes, muitos não a consideram arte, por ser facilmente produzida e reproduzida, mas a sua verdadeira alma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há uma série de símbolos organizados pelo artista e o receptor os interpreta e os completa com mais símbolos de seu repertório.
Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética.
Em um mundo dominado pela comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.
Fotógrafo

Fotógrafo é a pessoa que tira (registra) fotografia, usando uma câmera. É geralmente considerado um artista, pois faz seu produto (a foto) com a mesma dedicação e da mesma forma que qualquer outro artista visual.Faz parte da cultura brasileira a figura do Fotógrafo Lambe-lambe, profissional que ficava nas praças tirando fotos comercialmente, quando adquirir uma máquina fotográfica era algo muito difícil devido ao seu alto valor comercial.
Amadores e profissionais
Quando um determinado autor de fotografias baseia grande parte do seu rendimento nesta atividade, diz-se ser um fotógrafo profissional.
Por vezes, o adjetivo profissional é usado erroneamente na fotografia para valorizar uma determinada imagem fotográfica ou perícia de um autor. Na realidade, a qualidade da fotografia nem sempre está relacionada com o fato do seu autor ser ou não profissional. Muitos amadores realizam com regularidade imagens mais bem sucedidas que muitos profissionais.
Na realidade “profissional” refere-se apenas à profissão do autor, e não à qualidade do trabalho. Ao mesmo tempo que um profissional pode realizar um trabalho mal feito, pode-se entender melhor, adiante no parte de “arte”.
O adjetivo amador, quando atribuído a um fotógrafo, pode ter um significado muito vasto. Pessoas que apenas fotografam a sua família e vida, para uso pessoal, consideram-se fotógrafas amadores. Outros fotógrafos amadores chegam a publicar livros, realizar exposições e dedicam uma vida inteira ao estudo da fotografia.
Fotografia e memória.Na fotografia encontra-se a ausência, a lembrança, a separação dos que se amam, as pessoas que já faleceram, as que desapareceram.
Para algumas pessoas, fotografar é um ato prazeroso, de estar figurando ou imitando algo que existe. Já para outras, é a necessidade de prolongar o contato, a proximidade, o desejo de que o vínculo persista.
A foto faz que as pessoas lembrem do seu passado e que fiquem conscientes de quem são. O conhecimento do real e a essência de identidade individual dependem da memória. A memória vincula o passado ao presente, ela ajuda a representar o que ocorreu no tempo, porque unindo o antes com o agora temos a capacidade de ver a transformação e de alguma maneira decifrar o que virá.
A fotografia captura um instante, põe em evidência um momento, ou seja, o tempo que não pára de correr e de ter transformações. Ao olhar uma fotografia é importante valorizar o salto entre o momento em que o objeto foi clicado e o presente em que se contempla a imagem, porém a ocasião fotografada é capaz de conter o antes e depois.
Fotografa-se para recordar, porque os acontecimentos terminam e as fotografias permanecem, porém não sabemos se esses momentos foram significativos em si mesmos ou se tornaram

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Fonte: http://pointdaarte.webnode.com.br/news/a-historia-da-fotografia/

História do Cinema

Foi no final do século XIX, em 1895, na França, os irmãos Louis e Auguste Lumière inventaram o cinema. Na primeira metade deste século a fotografia já havia sido inventada por Louis-Jacques Daguerre e Joseph Nicéphore Niepce, possibilitando esta criação revolucionária no mundo das artes e da indústria cultural: o cinema.

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Para se chegar à projeção cinematográfica atual, muitos processos de investigação foram feitos em relação aos fundamentos da ciência óptica. Já vem dos primórdios da humanidade a necessidade de registrar movimentos através de pinturas e desenhos nas paredes. Há aproximadamente sete mil anos atrás, no oriente, os chineses já projetavam sombras de diferentes figuras recortadas e manipuladas sobre a parede, um jogo de sombras, próprio do seu teatro de marionetes. No século XV, Leonardo da Vinci realizou trabalhos utilizando a projeção da luz na superfície, criando a Câmara Escura, que era uma caixa fechada, possuindo um orifício com uma lente, local destinado a passagem da luz produzida pelos objetos externos. A imagem refletida no interior dessa caixa era a inversão do que se via na realidade. Mais adiante, no século XVII, O alemão Athanasius Kirchner criou a Lanterna Mágica, objeto composto de um cilindro iluminado à vela, para projetar imagens desenhadas em uma lâmina de vidro.

No século XIX, muitos aparelhos que buscavam estudar o fenômeno da persistência retiniana foram construídos, este fenômeno é o que mantém a imagem em fração de segundos na retina. Joseph-Antoine Plateau foi o primeiro a medir o tempo da persistência retiniana, concluindo que uma ilusão de movimento necessita de uma série de imagens fixas, sucedendo-se pela razão de dez imagens por segundo. Plateau, em 1832, criou o Fenacistoscópio, apresentando várias figuras de uma mesma pessoa em posições diferentes desenhadas em um disco, de forma que ao girá-lo, elas passam a formar um movimento.

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Criado pelo francês Charles Émile Reynaud o Praxinoscópio foi um invento importante para o surgimento do cinema. Este aparelho era um tambor giratório com desenhos colados na sua superfície interior, e no centro deste tambor havia diversos espelhos. Na medida em que girava-se o tambor, no centro, onde ficavam os espelhos, via-se os desenhos se unindo em um movimento harmonioso. Dentre outros inventos, há o Cinetoscópio, inventado por Thomas A. Edison, que consistia em um filme perfurado, projetado em uma tela no interior de uma máquina, na qual só cabia uma pessoa em cada apresentação. A projeção precisava ser vista por uma lente de aumento.

Em 1890, Edison projeta diversos filmes de seu estúdio, aos quais encontra-se “Black Maria”, considerado o primeiro filme da história do cinema. É a partir do aperfeiçoamento do Cinetoscópio, que o Cinematógrafo é criado pelos irmãos Louis e Auguste Lumière, na França, em 1895. O cinematógrafo era ao mesmo tempo filmador, copiador e projetor, e foi considerado o primeiro aparelho realmente qualificado de cinema. Louis Lumière foi o primeiro cineasta a realizar documentários em curta metragem na história do cinema. O primeiro se intitulava “Sortie de L’usine Lumière à Lyon” (Empregados deixando a Fábrica Lumière), e possuia 45 segundos de duração. Neste mesmo ano de 1895, Thomas Edison projeta seu primeiro filme, “Vitascope”.

O americano Edwin S. Porter, apropriou-se dos estilos documentarista dos irmãos Lumière e os de ficção com uso de maquetes, truques ópticos, e efeitos especiais teatrais de Georges Méliès, para produzir “Great Train Robbery” (O grande roubo do trem), em 1903, um modelo de filme de ação, obtendo êxito e contribuindo para que o cinema se popularizasse e entrasse para a indústria cultural.

A indústria cinematográfica atual é um mercado exigente e promissor para diferentes áreas do saber. Não são apenas os atores e atrizes que brilham nas cenas que são apresentadas a um público local e internacional, pois a realização de um filme precisa englobar uma equipe de trabalho. Na construção e realização de um filme existem os seguintes profissionais: o “roteirista” que escreve a história e as narrativas dos personagens, ou melhor, os diálogos; o “diretor” que tem a função de coordenar, direta e indiretamente, o trabalho de todas as pessoas envolvidas com o filme, da concepção à finalização; o “diretor de fotografia”, um profissional de artes visuais com sensibilidade e competência para decidir como iluminar uma cena, que lentes serão melhores para determinados ângulos, o tipo de filme a ser rodado, entre outras atribuições; há quem seja responsável pela trilha sonora do filme, que é o “compositor musical”, ele é quem fica responsável por contribuir para o clima pretendido pelo diretor; O “produtor” é a pessoa ou grupo de pessoas que se encarrega de viabilizar a realização do filme, buscando patrocínios e parcerias, e ainda, tratando da parte burocrática que envolve toda a equipe.

Há também uma equipe de técnicos/especialistas que são fundamentais junto aos profissionais já apresentados, que são: o “técnico de efeitos especiais” cuja tarefa é realizar efeitos visuais e sonoros às cenas já filmadas, inclusive utilizando inserção de efeitos posteriores por computador; o “técnico de som”, que cuida dos diferentes microfones durante as gravações, cuidando para que só haja a captação do que se julgue essencial; o “operador de câmera” que fica responsável por focar os ângulos solicitados pelo diretor; e os “editores” ou “montadores”, que trabalham numa ilha de edição, juntos com o diretor ou orientados por um mapa organizado pelo próprio diretor, onde se encontra organizados as cenas, os sons, a trilha sonora, entre outros parâmetros qualitativos e quantitativos de finalização do filme. Outros profissionais como coreógrafos, figurinistas, e maquiadores são essenciais em determinadas produções.

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Fonte: http://www.infoescola.com/cinema/historia-do-cinema/

O que é Arte

 

A arte é uma das melhores maneiras do ser humano expressar seus sentimentos e emoções. Ela pode estar representada de diversas maneiras, através da pintura plástica, escultura, cinema, teatro, dança, música, arquitetura, dentre outros. A arte é o reflexo da cultura e da história, considerando os valores estéticos da beleza, do equilíbrio e da harmonia.

Desde a pré-história, na pintura rupestre, verificamos a necessidade do homem em representar a realidade sob a sua perspectiva e percepção. A arte evolui com o tempo e em cada época, de acordo com o contexto histórico, observa-se uma tendência a certo estilo.

A arte pode ser também definida como algo inerente ao ser humano, feito por artistas a partir de um senso estético, com o objetivo de despertar e estimular o interesse da consciência de um ou mais espectadores, além de causar algum efeito. Cada expressão artística possui significado único e diferente.

Está interligada à estética pelo fato de ser potencial do homem de imprimir beleza ou se esforçar para materializar (ou imaterializar) algo que o inspira.

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O que é História da Arte?

A história da arte é um área do conhecimento que analisa os estilos artísticos, suas modificações, obras de arte, artistas e o valor estético das obras produzidas. Esse estudo é realizado de acordo com o cenário social/político/religioso que a sociedade viveu ou vive em determinado período. Outras ciências auxiliam nessas análises tais como a arqueologia, história, paleografia, filosofia, sociologia, etc.

É uma disciplina que está no plano de aula de alguns cursos superiores e também como curso de graduação para aqueles que desejam se formar na área e exercer profissão de curador, crítico de arte (realiza uma análise sobre as obras, artistas ou expositores) ou gestor de museus, galerias, centros culturais e escolas de arte.

Tipos de Artes

 

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De acordo com o segmento, a arte pode ser classificada de várias maneiras: artes plásticasartes cênicas, artes visuais, etc. Além disso, existem graduações específicas para que uma pessoa se especialize na área de sua escolha. Veja a definição de algumas:

Artes Plásticas:está relacionada a escultura, arquitetura, artes gráficas e o artesanato.

Artes Visuais: é a classificação dada para todos os tipos de arte que retratam a realidade ou a imaginação e que tem a visão como um dos principais recursos para estudo. Envolve áreas como a pintura, cinema, decoração, jogos, etc.

Artes Cênicas: é o estudo de todas as formas de expressão realizadas através da dança, do teatro ou da música.

Segundo autores como Hegel e Ricciotto Canudo (que considerou o cinema como 7ª arte através do Manifesto das Sete Artes e Estética da Sétima Arte, em 1912), teóricos e críticos de arte, há uma lista numerada do que pode ser considerado arte nos dias atuais, principalmente com o advento da tecnologia:

  1. Música: é um tipo de arte que se baseia em sons e ritmos de acordo com determinado período de tempo;
  2. Dança/Coreografia: a dança está classificada dentro das artes cênicas, e é uma forma de movimento que se realiza com o corpo baseado ou não em uma coreografia (arte de criar roteiros/trilhas de movimentos para realizar uma dança);
  3. Pintura: está relacionada a cor e suas variações, bem como a forma com que o artísta a utiliza em uma superfície;
  4. Escultura: é uma forma de arte em que há a criação de imagens plásticas em relevo utilizando vários tipos de materiais (bronze, mármore, argila, madeira, etc.);
  5. Teatro: é um tipo de arte em que um ou mais atores encenam uma determinada história ou situação em local específico (anfiteatros, praças, ruas, etc.);
  6. Literatura: é uma arte que utiliza a palavra para criação de histórias ou poesias de acordo com técnicas específicas;
  7. Cinema: é uma arte e técnica criada para a reprodução de imagens com movimento em uma tela;
  8. Fotografia: se baseia em imagens e técnicas para capturar paisagens e seus diversos momentos;
  9. Histórias em Quadrinhos: forma de arte que utiliza a cor, a palavra e imagem para narrar uma história;
  10. Jogos de Computador e de Vídeo: constitui na criação de jogos que podem ser reproduzidos por meio de uma aparelho eletrônico com imagens, cores e sons que fazem com que o jogador interaja com ele;
  11. Arte digital: é a arte produzida por meio de programas de computador relacionados às artes gráficas, que possibilitam criações em 3D e 2D.

Fonte: http://historia-da-arte.info/o-que-e-arte.html

 

Seja Bem Vindo !!

Seja bem vindo ao meu blog sobre artes em geral! Eu criei esse blog para poder passar tudo sobre artes e o mundo que percorre em volta dessa magnifica profissão. Aqui irei trazer dicas de como fazer artesanato, pintura, dança, esculturas entre outras, tudo fresquinho para você. Quero muito que você aproveite o máximo desse blog e que curta tudo que irá de vir daqui para frente. Seja bem vindo !!Olá, quero te falar que seja muito bem vindo ao meu blog sobre artesanato!! Vou te mostrar varias dicas que vai te permiti trabalhar de maneira muito agradável com o artes e conseguir o que você sempre quis que é “viver daquilo que realmente gosta”, com isso quero te ajudar no que for preciso para você alcançar seus objetivos, todas as suas dúvidas você poderá enviar via pagina de contato, e assim eu irei  verificar eu te respondo ok?

Quero que você nunca desista dessa profissão, pois pessoas que nasce com esse dom são poucas e se você está nesse blog é porque é uma pessoa abençoada por Deus, pois possui o dom da arte e é muito lindo e se você aperfeiçoa com certeza terá grandes resultados. Quero te dar os parabéns por amar essa profissão!!

 

Seja Bem vindo !!